Meu riso em desespero
sorri
para a lágrima calma
que prestes a chorar
calada
pendurada no teu olhar...
grita renúncias
anuncia a partida
Rasga
o gélido toque do adeus
que me despe da alma
Escorre
nos lençóis da minha pele
querendo ficar
Ajoelho
sussurro ao poema
que apague estes versos
que o vento não leve
uma sílaba tua
nem a tua boca da minha...
ou morra comigo.
Miriam Li/Braga
Versos que apaguei
entre silêncios que aprendi calar.
Três pinturas inacabadas
acrílica/carpete
(110 X 90) cada




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